São Paulo
14°C
Rio de Janeiro
21°C
Brasília
22°C
Salvador
26°C
Belo Horizonte
20°C
Fortaleza
26°C
Recife
26°C
Manaus
26°C
Curitiba
10°C
Porto Alegre
14°C
Home >> Último Segundo >> Saiba quem é Zinho, líder da maior milícia do RJ que se entregou

Saiba quem é Zinho, líder da maior milícia do RJ que se entregou

Luiz Antônio da Silva Braga se entregou à Polícia Federal no Rio de Janeiro e está na unidade de segurança máxima da penitenciária Bangu 1

por

Lara Tôrres

25 de dezembro de 2023

IG

Depois da morte do irmão, Luis Antônio da Silva Braga, o Zinho, tomou o posto de liderança da maior milícia do estado do RJ.Reprodução: Flipar

Luiz Antônio da Silva Braga, conhecido como Zinho, acusado de chefiar a maior milícia do estado do Rio de Janeiro, estava foragido desde o ano de 2018 e se entregou à Polícia Federal no domingo (24), após negociações com a defesa dele.

Após se entregar à Polícia Federal, Zinho foi encaminhado para a unidade de segurança máxima do Complexo Penitenciário de Gericinó (Bangu 1), onde ficará em uma área reservada para milicianos. Mas quem é ele?

Segundo a PF, Zinho assumiu a milícia de Campo Grande, Santa Cruz e Paciência, Zona Oeste do Rio, dois meses após a morte do antigo líder, Wellington da Silva Braga, conhecido como Ecko (que era irmão de Zinho) em 2021.

Antes de assumir a liderança do grupo, Zinho exercia atividades ligadas à lavagem de dinheiro da milícia na Baixada Fluminense, na posição de sócio da da empresa Macla Comércio e Extração de Saibro. 

Zinho já foi preso antes, pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco) do Rio de Janeiro em 2015, e foi liberado no mesmo ano.

Depois, no ano de 2018, uma operação da Polícia Civil foi montada para prender Zinho num sítio no estado do Espírito Santo. Ele conseguiu fugir, tornando-se foragido a partir de então, mas acabou perdendo o celular, que foi apreendido pela polícia, durante a fuga.

No ano seguinte, o Núcleo de Combate ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro da Polícia Civil sequestrou bens do acusado, entre eles, uma mansão na Barra da Tijuca avaliada em R$1,7 milhão, e outros imóveis em nome de “laranjas”.

Milícia Polícia Rio de Janeiro Zinho

Esteja sempre por dentro!

Assine nossa newsletter e receba as principais informações em seu e-mail.