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Home >> Último Segundo >> Quem é Renato Cariani, alvo da PF em operação contra tráfico de drogas

Quem é Renato Cariani, alvo da PF em operação contra tráfico de drogas

Youtuber foi alvo de busca pela Polícia Federal na manhã desta terça-feira (12)

por

Leticia Martins

12 de dezembro de 2023

IG

Renato CarianiReprodução: Redes Sociais

Renato Cariani tornou-se alvo de busca da Polícia Federal na manhã desta terça-feira (12). A PF deflagrou a Operação Hinsberg contra tráfico de drogas e desvio de um produto químico utilizado na fabricação de crack

A empresa Anidrol, indústria química de Diadema, na Grande São Paulo, é o principal alvo da PF. O negócio tem o influenciador fitness, Renato Cariani, como sócio. 

Quem é Renato Cariani?

Cariani é atleta, formado em educação física. É também professor de química, empresário, youtuber e influenciador. Ele tem mais de 14 milhões de seguidores nas redes sociais e trabalha com o conteúdo fitness.

No Instagram, Renato tem 7,3 milhões de seguidores. No YouTube são 6,3 milhões de inscritos e no Tik Tok, o atleta tem mais de 1 milhão de pessoas.

Nas redes sociais, Cariani também aparece com famosos, apresentadores de TV, celebridades e outros influenciadores. Ele ainda tem um site onde vende cursos e treinos, além de orientações de nutrição e mentorias na área financeira. Os planos custam a partir de R$ 49.90 por mês.

No início de dezembro, ele inaugurou uma loja de produtos fitness no Shopping Ibirapuera, em São Paulo.

Operação Hinsberg

A Polícia Federal cumpre 18 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo (16), em Minas Gerais (1) e no Paraná (1).

Segundo a PF, a organização emitia notas fiscais falsas de empresas devidamente licenciadas, como redes de farmácias multinacionais, para vender produtos químicos em São Paulo. O pagamento era feito em depósito através de “laranjas”. 

A empresa está sendo investigada desde 2022, após uma farmacêutica avisar a PF que foi notificada pela Receita Federal sobre notas fiscais expedidas em nome dela com pagamento em dinheiro não declarado.

Segundo a rede de farmácias, ela não adquiriu o produto e desconhecia dos fornecedores e dos depositantes. 

Com as apurações, a PF identificou que entre 2014 e 2021, a organização emitiu notas no nome de três empresas: AstraZeneca, LBS e Cloroquímica. 

A PF diz que aproximadamente 12 toneladas de produtos químicos, como fenacetina, acetona, éter etílico, ácido clorídrico, manitol e acetato de etila foram desviados para fabricação de crack e cocaína.

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