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Home >> Último Segundo >> Bolsonaro elogia Maduro por votos em papel: "Deu uma lição de moral"

Bolsonaro elogia Maduro por votos em papel: "Deu uma lição de moral"

O ex-presidente voltou a atacar urnas eletrônicas e eleições no Brasil, em visita à Argentina para a posse de Javier Milei

por

iG Último Segundo

8 de dezembro de 2023

IG

Jair Bolsonaro (PL)Valter Campanato/Agência Brasil – 18.10.2023

Durante uma entrevista concedida à Rádio Mitre nesta sexta-feira (8), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está na Argentina para a posse de Javier Milei neste domingo (10), voltou a criticar o sistema eleitoral brasileiro e as urnas eletrônicas.

Dessa vez, porém, Bolsonaro surpreendeu ao elogiar Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, por adotar votos em papel durante o plebiscito do último domingo (3) sobre a anexação de Essequibo, território em disputa com a Guiana.

“Nem na Venezuela se tem o voto eletrônico”, disse. “Nesse referendo agora de Essequibo, que é um assunto bastante polêmico, o Maduro deu uma lição de moral no Brasil falando: olha, aqui a eleição é na máquina, mas não é como em outros países, aqui tem o papel também”, destacou Bolsonaro. “Até que enfim o Maduro acertou uma; acertou uma que é o voto no papel”.

Jair Bolsonaro chegou a Buenos Aires na noite dessa quinta (7), a convite de Milei, para acompanhar sua posse como presidente da República. A ideia da equipe do argentino é que o brasileiro esteja presente nas cerimônias fechadas do Congresso Nacional e da Casa Rosada, mesmo sem exercer nenhum cargo público.

Recentemente, Bolsonaro tornou-se inelegível por oito anos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) devido às suas críticas ao sistema eleitoral no Brasil. Na Argentina, o ex-presidente deu a resposta sobre o voto impresso após ser questionado pelo âncora sobre a indicação de Flávio Dino (PSB) por Lula (PT) para assumir uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF).

“Inclusive o Flávio Dino, quando perdeu eleições em 2010 aproximadamente, ele criticava as urnas, falava que não eram confiáveis e eram possíveis de serem fraudadas”, disse Bolsonaro. “E por eu ter feito críticas com comprovação no mesmo sentido também foi uma causa da minha inelegibilidade”.

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