IUB discute cenário eleitoral de 2026, segurança pública e articulação do setor produtivo em reunião estratégica

2 de fevereiro de 2026

O Instituto Unidos Brasil (IUB) realizou, nesta segunda-feira, uma reunião estratégica para discutir os impactos do cenário eleitoral de 2026 na agenda legislativa, os desafios da segurança pública, a comunicação governamental e a articulação do setor produtivo em torno de pautas prioritárias.

Entre os temas centrais estiveram o encurtamento do calendário do Congresso, a disputa eleitoral, a pressão social por resultados concretos e o fortalecimento do diálogo com o Parlamento.

Durante a reunião, o consultor político do Instituto Unidos Brasil, Márcio de Freitas Gomes, destacou que 2026 será marcado por limitações significativas no funcionamento do Legislativo, em razão das eleições e da realização da Copa do Mundo. Segundo ele, o cenário exigirá uma atuação mais objetiva e focada em resultados. “2026 será um ano muito curto do ponto de vista legislativo. Teremos menos espaço para votações relevantes, o que exige um trabalho mais assertivo, direto e com ganhos para todos os setores”, afirmou.

Na avaliação do consultor, projetos com apelo social e eleitoral devem ganhar protagonismo ao longo do período. “Iniciativas como o Gás do Povo dialogam diretamente com o eleitorado e também atendem às prioridades do Executivo”, disse. Ele também observou que, apesar das políticas de estímulo ao crédito, o governo enfrenta dificuldades para ampliar sua popularidade.

“Programas como Bolsa Família e Minha Casa Minha Vida já estão consolidados. Hoje, o eleitor quer saber qual é o próximo passo, se haverá ascensão social, geração de emprego e aumento de renda”, pontuou.

Outro ponto central do debate foi a segurança pública, apontada como um dos principais desafios do país, com impactos diretos no ambiente de negócios e na atração de investimentos. O vice-presidente de Relações Governamentais da FPN, Disraelli Galvão, destacou que o problema afeta todas as camadas da sociedade. “A insegurança atinge desde os mais pobres até os mais ricos. É um tema que preocupa toda a população”, afirmou.

Para Márcio, o país ainda carece de soluções estruturadas na área. “Historicamente, há dificuldade em apresentar respostas de curto prazo. Ainda não temos uma política integrada capaz de dar uma resposta efetiva à sociedade”, explicou.

A renovação da CPI do INSS também esteve na pauta e foi apontada como um potencial foco de desgaste político. De acordo com o consultor, trata-se de um tema sensível, com grande repercussão junto à opinião pública. “É uma pauta delicada, porque envolve o discurso de prejuízo a aposentados, o que gera forte mobilização social”, afirmou.

O cenário partidário e as articulações políticas também foram analisados. O diretor de Políticas Públicas e Relações Governamentais da Amcham Brasil, Fabrizio Panzini, questionou o posicionamento do PSD no atual contexto. Em resposta, Márcio destacou a capacidade estratégica da legenda. “O PSD mantém canais abertos e grande capacidade de articulação. Poucos líderes hoje têm tantas opções quanto Gilberto Kassab”, avaliou.

Já o presidente do Conselho Superior da Associação Comercial da Bahia, Paulo Cavalcanti, defendeu maior mobilização em torno das pautas estruturantes e criticou a falta de alinhamento em votações relevantes. “Precisamos gerar uma comoção nacional e aproveitar melhor os recursos disponíveis. Muitas vezes vemos parlamentares votando contra temas importantes, como a jornada de trabalho”, afirmou.

No campo institucional, o fortalecimento da FPN também foi debatido. Disraelli ressaltou a importância de lideranças comprometidas e anunciou a criação de comitês temáticos. “Vamos estruturar esses espaços para ampliar nossa atuação e representar mais setores”, explicou.

O presidente do Instituto Unidos Brasil, Nabil Sahyoun, atualizou os participantes sobre a atuação em relação à PEC da escala 6x1 e defendeu maior integração entre as entidades. “Elaboramos uma carta, estamos produzindo conteúdos técnicos e entendemos que este é o momento de unir as entidades”, afirmou.

Na mesma linha, o presidente da FABUS, Ruben Antonio Bisi, destacou a importância do alinhamento com o Parlamento e do fortalecimento do diálogo institucional. “Precisamos construir estratégias junto a senadores e deputados e municiar parlamentares e empresários com informações qualificadas”, defendeu.

Durante a reunião, Márcio reforçou a importância da negociação como ferramenta central de atuação do setor produtivo. “É fundamental sentar à mesa, buscar compensações e minimizar os impactos sobre quem gera renda e emprego no país”, concluiu.

IUB discute cenário eleitoral de 2026, segurança pública e articulação do setor produtivo em reunião estratégica

2 de fevereiro de 2026

O Instituto Unidos Brasil (IUB) realizou, nesta segunda-feira, uma reunião estratégica para discutir os impactos do cenário eleitoral de 2026 na agenda legislativa, os desafios da segurança pública, a comunicação governamental e a articulação do setor produtivo em torno de pautas prioritárias.

Entre os temas centrais estiveram o encurtamento do calendário do Congresso, a disputa eleitoral, a pressão social por resultados concretos e o fortalecimento do diálogo com o Parlamento.

Durante a reunião, o consultor político do Instituto Unidos Brasil, Márcio de Freitas Gomes, destacou que 2026 será marcado por limitações significativas no funcionamento do Legislativo, em razão das eleições e da realização da Copa do Mundo. Segundo ele, o cenário exigirá uma atuação mais objetiva e focada em resultados. “2026 será um ano muito curto do ponto de vista legislativo. Teremos menos espaço para votações relevantes, o que exige um trabalho mais assertivo, direto e com ganhos para todos os setores”, afirmou.

Na avaliação do consultor, projetos com apelo social e eleitoral devem ganhar protagonismo ao longo do período. “Iniciativas como o Gás do Povo dialogam diretamente com o eleitorado e também atendem às prioridades do Executivo”, disse. Ele também observou que, apesar das políticas de estímulo ao crédito, o governo enfrenta dificuldades para ampliar sua popularidade.

“Programas como Bolsa Família e Minha Casa Minha Vida já estão consolidados. Hoje, o eleitor quer saber qual é o próximo passo, se haverá ascensão social, geração de emprego e aumento de renda”, pontuou.

Outro ponto central do debate foi a segurança pública, apontada como um dos principais desafios do país, com impactos diretos no ambiente de negócios e na atração de investimentos. O vice-presidente de Relações Governamentais da FPN, Disraelli Galvão, destacou que o problema afeta todas as camadas da sociedade. “A insegurança atinge desde os mais pobres até os mais ricos. É um tema que preocupa toda a população”, afirmou.

Para Márcio, o país ainda carece de soluções estruturadas na área. “Historicamente, há dificuldade em apresentar respostas de curto prazo. Ainda não temos uma política integrada capaz de dar uma resposta efetiva à sociedade”, explicou.

A renovação da CPI do INSS também esteve na pauta e foi apontada como um potencial foco de desgaste político. De acordo com o consultor, trata-se de um tema sensível, com grande repercussão junto à opinião pública. “É uma pauta delicada, porque envolve o discurso de prejuízo a aposentados, o que gera forte mobilização social”, afirmou.

O cenário partidário e as articulações políticas também foram analisados. O diretor de Políticas Públicas e Relações Governamentais da Amcham Brasil, Fabrizio Panzini, questionou o posicionamento do PSD no atual contexto. Em resposta, Márcio destacou a capacidade estratégica da legenda. “O PSD mantém canais abertos e grande capacidade de articulação. Poucos líderes hoje têm tantas opções quanto Gilberto Kassab”, avaliou.

Já o presidente do Conselho Superior da Associação Comercial da Bahia, Paulo Cavalcanti, defendeu maior mobilização em torno das pautas estruturantes e criticou a falta de alinhamento em votações relevantes. “Precisamos gerar uma comoção nacional e aproveitar melhor os recursos disponíveis. Muitas vezes vemos parlamentares votando contra temas importantes, como a jornada de trabalho”, afirmou.

No campo institucional, o fortalecimento da FPN também foi debatido. Disraelli ressaltou a importância de lideranças comprometidas e anunciou a criação de comitês temáticos. “Vamos estruturar esses espaços para ampliar nossa atuação e representar mais setores”, explicou.

O presidente do Instituto Unidos Brasil, Nabil Sahyoun, atualizou os participantes sobre a atuação em relação à PEC da escala 6x1 e defendeu maior integração entre as entidades. “Elaboramos uma carta, estamos produzindo conteúdos técnicos e entendemos que este é o momento de unir as entidades”, afirmou.

Na mesma linha, o presidente da FABUS, Ruben Antonio Bisi, destacou a importância do alinhamento com o Parlamento e do fortalecimento do diálogo institucional. “Precisamos construir estratégias junto a senadores e deputados e municiar parlamentares e empresários com informações qualificadas”, defendeu.

Durante a reunião, Márcio reforçou a importância da negociação como ferramenta central de atuação do setor produtivo. “É fundamental sentar à mesa, buscar compensações e minimizar os impactos sobre quem gera renda e emprego no país”, concluiu.

IUB discute cenário eleitoral de 2026, segurança pública e articulação do setor produtivo em reunião estratégica

2 de fevereiro de 2026

O Instituto Unidos Brasil (IUB) realizou, nesta segunda-feira, uma reunião estratégica para discutir os impactos do cenário eleitoral de 2026 na agenda legislativa, os desafios da segurança pública, a comunicação governamental e a articulação do setor produtivo em torno de pautas prioritárias.

Entre os temas centrais estiveram o encurtamento do calendário do Congresso, a disputa eleitoral, a pressão social por resultados concretos e o fortalecimento do diálogo com o Parlamento.

Durante a reunião, o consultor político do Instituto Unidos Brasil, Márcio de Freitas Gomes, destacou que 2026 será marcado por limitações significativas no funcionamento do Legislativo, em razão das eleições e da realização da Copa do Mundo. Segundo ele, o cenário exigirá uma atuação mais objetiva e focada em resultados. “2026 será um ano muito curto do ponto de vista legislativo. Teremos menos espaço para votações relevantes, o que exige um trabalho mais assertivo, direto e com ganhos para todos os setores”, afirmou.

Na avaliação do consultor, projetos com apelo social e eleitoral devem ganhar protagonismo ao longo do período. “Iniciativas como o Gás do Povo dialogam diretamente com o eleitorado e também atendem às prioridades do Executivo”, disse. Ele também observou que, apesar das políticas de estímulo ao crédito, o governo enfrenta dificuldades para ampliar sua popularidade.

“Programas como Bolsa Família e Minha Casa Minha Vida já estão consolidados. Hoje, o eleitor quer saber qual é o próximo passo, se haverá ascensão social, geração de emprego e aumento de renda”, pontuou.

Outro ponto central do debate foi a segurança pública, apontada como um dos principais desafios do país, com impactos diretos no ambiente de negócios e na atração de investimentos. O vice-presidente de Relações Governamentais da FPN, Disraelli Galvão, destacou que o problema afeta todas as camadas da sociedade. “A insegurança atinge desde os mais pobres até os mais ricos. É um tema que preocupa toda a população”, afirmou.

Para Márcio, o país ainda carece de soluções estruturadas na área. “Historicamente, há dificuldade em apresentar respostas de curto prazo. Ainda não temos uma política integrada capaz de dar uma resposta efetiva à sociedade”, explicou.

A renovação da CPI do INSS também esteve na pauta e foi apontada como um potencial foco de desgaste político. De acordo com o consultor, trata-se de um tema sensível, com grande repercussão junto à opinião pública. “É uma pauta delicada, porque envolve o discurso de prejuízo a aposentados, o que gera forte mobilização social”, afirmou.

O cenário partidário e as articulações políticas também foram analisados. O diretor de Políticas Públicas e Relações Governamentais da Amcham Brasil, Fabrizio Panzini, questionou o posicionamento do PSD no atual contexto. Em resposta, Márcio destacou a capacidade estratégica da legenda. “O PSD mantém canais abertos e grande capacidade de articulação. Poucos líderes hoje têm tantas opções quanto Gilberto Kassab”, avaliou.

Já o presidente do Conselho Superior da Associação Comercial da Bahia, Paulo Cavalcanti, defendeu maior mobilização em torno das pautas estruturantes e criticou a falta de alinhamento em votações relevantes. “Precisamos gerar uma comoção nacional e aproveitar melhor os recursos disponíveis. Muitas vezes vemos parlamentares votando contra temas importantes, como a jornada de trabalho”, afirmou.

No campo institucional, o fortalecimento da FPN também foi debatido. Disraelli ressaltou a importância de lideranças comprometidas e anunciou a criação de comitês temáticos. “Vamos estruturar esses espaços para ampliar nossa atuação e representar mais setores”, explicou.

O presidente do Instituto Unidos Brasil, Nabil Sahyoun, atualizou os participantes sobre a atuação em relação à PEC da escala 6x1 e defendeu maior integração entre as entidades. “Elaboramos uma carta, estamos produzindo conteúdos técnicos e entendemos que este é o momento de unir as entidades”, afirmou.

Na mesma linha, o presidente da FABUS, Ruben Antonio Bisi, destacou a importância do alinhamento com o Parlamento e do fortalecimento do diálogo institucional. “Precisamos construir estratégias junto a senadores e deputados e municiar parlamentares e empresários com informações qualificadas”, defendeu.

Durante a reunião, Márcio reforçou a importância da negociação como ferramenta central de atuação do setor produtivo. “É fundamental sentar à mesa, buscar compensações e minimizar os impactos sobre quem gera renda e emprego no país”, concluiu.

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