Indústria debate desafios para 2026 e reforça necessidade de proposta unificada contra perda de competitividade

15 de janeiro de 2026

O Instituto Unidos Brasil (IUB) promoveu, nesta quinta (15), uma live com o tema “Os desafios e as perspectivas da indústria para 2026”, reunindo dirigentes do setor produtivo em todo o país. O convidado foi Sérgio Longen, presidente da Federação das Indústrias do Mato Grosso do Sul (FIEMS) e vice-presidente da CNI, que apresentou um diagnóstico do cenário industrial e alertou para tendências preocupantes no ambiente econômico.

Longen destacou o Mato Grosso do Sul como um exemplo de desenvolvimento industrial, citando políticas locais que facilitaram investimentos privados, especialmente na agroindústria. Segundo ele, o estado se tornou um laboratório positivo dentro do país, atraindo cerca de R$90 bilhões em aportes e dobrando as exportações ao longo dos últimos anos.

No entanto, reforçou que o contexto nacional não acompanha o mesmo ritmo. “A indústria nacional vem sofrendo uma pressão muito grande e perdendo competitividade no dia a dia”, afirmou. Para Longen, produzir no Brasil se tornou mais caro do que importar, o que reflete no fechamento de fábricas e perda de mercado em setores como confecção, calçados, brinquedos e alimentos. “Com muita clareza, produzir no Brasil é mais caro do que importar.”

Ele apontou ainda três fatores que pressionam a produção: juros elevados, carga tributária crescente e falta de mão de obra. “Se temos 4% de inflação, o juro não pode ser 15%. Isso inviabiliza investimento e endivida a sociedade”, criticou. Longen também mencionou que há, atualmente, há vagas de trabalho na indústria sem preenchimento, situação que associa ao aumento dos programas de assistência social sem mecanismos eficazes de qualificação e incentivo ao emprego.

Um dos temas mais debatidos foi a provável aprovação da mudança na jornada de trabalho para a escala 6x1 em 2026. Diante de um ano eleitoral, Longen ressaltou que o setor produtivo não pode apenas reagir, mas precisa apresentar alternativas aos parlamentares. “Nós precisamos ter uma proposta. Ser contra pura e simplesmente não resolve o problema”, disse. Segundo ele, a mobilização deve ser regional, com federações estaduais e empresários engajados diretamente com deputados e senadores em suas bases eleitorais, e não apenas em Brasília.

O presidente da FIEMS defendeu que o setor privado se organize de forma semelhante ao agronegócio, que atua com articulação nacional e mensagens unificadas no Congresso. Para ele, a ação coordenada é indispensável para evitar novas perdas e influenciar decisões políticas, principalmente diante do crescimento da agenda assistencialista e do cenário de polarização.

Longen encerrou convocando o IUB e demais entidades a consolidarem uma estratégia técnica e política ainda neste mês. “Temos um gargalo que é o 6x1 e uma eleição que nos exige envolvimento. Precisamos de engajamento e de proposta”, afirmou. Segundo ele, a indústria possui capilaridade, representatividade e instrumentos institucionais suficientes para influenciar o debate, faltando apenas “organização, alinhamento e ousadia” para virar o jogo.

Indústria debate desafios para 2026 e reforça necessidade de proposta unificada contra perda de competitividade

15 de janeiro de 2026

O Instituto Unidos Brasil (IUB) promoveu, nesta quinta (15), uma live com o tema “Os desafios e as perspectivas da indústria para 2026”, reunindo dirigentes do setor produtivo em todo o país. O convidado foi Sérgio Longen, presidente da Federação das Indústrias do Mato Grosso do Sul (FIEMS) e vice-presidente da CNI, que apresentou um diagnóstico do cenário industrial e alertou para tendências preocupantes no ambiente econômico.

Longen destacou o Mato Grosso do Sul como um exemplo de desenvolvimento industrial, citando políticas locais que facilitaram investimentos privados, especialmente na agroindústria. Segundo ele, o estado se tornou um laboratório positivo dentro do país, atraindo cerca de R$90 bilhões em aportes e dobrando as exportações ao longo dos últimos anos.

No entanto, reforçou que o contexto nacional não acompanha o mesmo ritmo. “A indústria nacional vem sofrendo uma pressão muito grande e perdendo competitividade no dia a dia”, afirmou. Para Longen, produzir no Brasil se tornou mais caro do que importar, o que reflete no fechamento de fábricas e perda de mercado em setores como confecção, calçados, brinquedos e alimentos. “Com muita clareza, produzir no Brasil é mais caro do que importar.”

Ele apontou ainda três fatores que pressionam a produção: juros elevados, carga tributária crescente e falta de mão de obra. “Se temos 4% de inflação, o juro não pode ser 15%. Isso inviabiliza investimento e endivida a sociedade”, criticou. Longen também mencionou que há, atualmente, há vagas de trabalho na indústria sem preenchimento, situação que associa ao aumento dos programas de assistência social sem mecanismos eficazes de qualificação e incentivo ao emprego.

Um dos temas mais debatidos foi a provável aprovação da mudança na jornada de trabalho para a escala 6x1 em 2026. Diante de um ano eleitoral, Longen ressaltou que o setor produtivo não pode apenas reagir, mas precisa apresentar alternativas aos parlamentares. “Nós precisamos ter uma proposta. Ser contra pura e simplesmente não resolve o problema”, disse. Segundo ele, a mobilização deve ser regional, com federações estaduais e empresários engajados diretamente com deputados e senadores em suas bases eleitorais, e não apenas em Brasília.

O presidente da FIEMS defendeu que o setor privado se organize de forma semelhante ao agronegócio, que atua com articulação nacional e mensagens unificadas no Congresso. Para ele, a ação coordenada é indispensável para evitar novas perdas e influenciar decisões políticas, principalmente diante do crescimento da agenda assistencialista e do cenário de polarização.

Longen encerrou convocando o IUB e demais entidades a consolidarem uma estratégia técnica e política ainda neste mês. “Temos um gargalo que é o 6x1 e uma eleição que nos exige envolvimento. Precisamos de engajamento e de proposta”, afirmou. Segundo ele, a indústria possui capilaridade, representatividade e instrumentos institucionais suficientes para influenciar o debate, faltando apenas “organização, alinhamento e ousadia” para virar o jogo.

Indústria debate desafios para 2026 e reforça necessidade de proposta unificada contra perda de competitividade

15 de janeiro de 2026

O Instituto Unidos Brasil (IUB) promoveu, nesta quinta (15), uma live com o tema “Os desafios e as perspectivas da indústria para 2026”, reunindo dirigentes do setor produtivo em todo o país. O convidado foi Sérgio Longen, presidente da Federação das Indústrias do Mato Grosso do Sul (FIEMS) e vice-presidente da CNI, que apresentou um diagnóstico do cenário industrial e alertou para tendências preocupantes no ambiente econômico.

Longen destacou o Mato Grosso do Sul como um exemplo de desenvolvimento industrial, citando políticas locais que facilitaram investimentos privados, especialmente na agroindústria. Segundo ele, o estado se tornou um laboratório positivo dentro do país, atraindo cerca de R$90 bilhões em aportes e dobrando as exportações ao longo dos últimos anos.

No entanto, reforçou que o contexto nacional não acompanha o mesmo ritmo. “A indústria nacional vem sofrendo uma pressão muito grande e perdendo competitividade no dia a dia”, afirmou. Para Longen, produzir no Brasil se tornou mais caro do que importar, o que reflete no fechamento de fábricas e perda de mercado em setores como confecção, calçados, brinquedos e alimentos. “Com muita clareza, produzir no Brasil é mais caro do que importar.”

Ele apontou ainda três fatores que pressionam a produção: juros elevados, carga tributária crescente e falta de mão de obra. “Se temos 4% de inflação, o juro não pode ser 15%. Isso inviabiliza investimento e endivida a sociedade”, criticou. Longen também mencionou que há, atualmente, há vagas de trabalho na indústria sem preenchimento, situação que associa ao aumento dos programas de assistência social sem mecanismos eficazes de qualificação e incentivo ao emprego.

Um dos temas mais debatidos foi a provável aprovação da mudança na jornada de trabalho para a escala 6x1 em 2026. Diante de um ano eleitoral, Longen ressaltou que o setor produtivo não pode apenas reagir, mas precisa apresentar alternativas aos parlamentares. “Nós precisamos ter uma proposta. Ser contra pura e simplesmente não resolve o problema”, disse. Segundo ele, a mobilização deve ser regional, com federações estaduais e empresários engajados diretamente com deputados e senadores em suas bases eleitorais, e não apenas em Brasília.

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